O principal encontro técnico da cacauicultura amazônica acontece em Uruará (PA)
📍 Local: Complexo Esportivo da Vila Brasil — Uruará (PA)
📅 Data: 17 de julho de 2026
🎟️ Inscrição gratuita
🤝 Entrada solidária: doação de 1 kg de alimento não perecível
No dia 17 de julho de 2026, Uruará recebe o 4º Seminário de Manejo de Alta Produtividade do Cacau no Estado do Pará, encontro técnico que se consolidou como uma das principais referências da cacauicultura amazônica voltada à produtividade, sustentabilidade, qualidade e inovação no campo.
Com o lema “o futuro do cacau chega primeiro aqui”, o Seminário reúne produtores rurais, técnicos agrícolas, pesquisadores, viveiristas, cooperativas, empresas e lideranças do setor para debater, com base em experiências reais de campo, os temas que já transformam a produção de cacau na Amazônia.
Ao longo de suas edições, o evento tornou-se um espaço de antecipação das tendências da cadeia do cacau, conectando manejo de alta produtividade, sistemas agroflorestais (SAFs), qualidade de amêndoas, bioeconomia, mercado internacional, crédito rural e sustentabilidade financeira.
O que será debatido no 4º Seminário
A programação técnica do Seminário foi construída em torno dos temas que mais impactam a competitividade da cacauicultura amazônica atualmente.
Manejo de alta produtividade do cacau
O Seminário reunirá produtores, técnicos e especialistas para discutir estratégias e modelos produtivos que já geram resultados concretos na cacauicultura amazônica.
Sistemas agroflorestais (SAFs) com cacau
Os SAFs estão entre os principais modelos de produção sustentável da Amazônia. O Seminário apresentará experiências de integração entre cacau, açaí e espécies nativas que ampliam a diversificação de renda, distribuem riscos e fortalecem a sustentabilidade econômica e ambiental das propriedades rurais.
Qualidade do cacau e valorização das amêndoas
Da colheita à fermentação, a qualidade começa no campo. O evento abordará como decisões técnicas impactam diretamente o perfil sensorial das amêndoas, a valorização comercial do produto e o acesso a mercados especializados de cacau fino e de aroma.
Mercado do cacau e tendências internacionais
O produtor rural precisa acompanhar clima, safras globais, preços e movimentações do mercado internacional para tomar decisões estratégicas. O Seminário reunirá especialistas em inteligência de mercado para discutir os fatores que moldam o futuro da cadeia do cacau.
Crédito rural e sustentabilidade financeira
O acesso a financiamento é um dos pilares da expansão sustentável da produção. O evento discutirá instrumentos financeiros, crédito rural, certificações e estratégias para ampliar investimentos produtivos com maior segurança econômica.
Certificações e acesso a novos mercados
Certificações agrícolas e verificações socioambientais são cada vez mais relevantes para a inserção em cadeias globais de valor. O Seminário apresentará como esses mecanismos impactam competitividade, rastreabilidade e oportunidades comerciais.
Tecnologias acessíveis para o campo
Ferramentas práticas e de baixo custo também estarão no centro da programação, mostrando como soluções acessíveis podem ampliar eficiência produtiva e capacidade técnica no campo.
Oficinas práticas: conhecimento aplicado à realidade do produtor
Além dos painéis técnicos, o Seminário contará com oficinas voltadas à aplicação prática do conhecimento no dia a dia da propriedade rural.
Oficina de Fermentação: Amêndoas Campeãs
A fermentação é um dos principais fatores que diferenciam uma amêndoa comum de uma amêndoa valorizada no mercado.
A oficina apresentará técnicas de fermentação e secagem utilizadas por produtores premiados da Transamazônica, demonstrando como práticas adequadas de pós-colheita impactam diretamente qualidade, sabor, rastreabilidade e valorização comercial do cacau.
Especialistas confirmados
O 4º Seminário reúne especialistas que conectam pesquisa científica, mercado internacional, sustentabilidade, qualidade de amêndoas e experiência prática de campo.
Entre os convidados confirmados estão:
- Adilson Reis: fundador do portal Mercado do Cacau e referência nacional em inteligência de mercado da cacauicultura.
- Daniel P. P. Braga: professor da UFPA e especialista em sustentabilidade e desenvolvimento rural na Amazônia.
- Gabriele Calle Bouças: especialista em certificações agrícolas e verificações socioambientais do Imaflora.
- João Eduardo Ávila: coordenador de projetos ESG do Imaflora e liderança do Projeto Cacau 2030.
- Jorgeclei Silva: especialista em gestão técnica de campo e sustentabilidade no agronegócio.
- Josinara Galdino Garcia: engenheira florestal, mestre em Agronomia e gerente de projetos da Earthworm Foundation.
- Lucca Bezzon: analista de inteligência de mercado da StoneX Brasil.
- Luciana Monteiro: engenheira de alimentos e fundadora da Ara Cacao.
- Marco Bonamico: secretário executivo da Rota do Cacau, polo Transamazônica.
- Rogério Brito: consultor técnico da Cooperação Alemã, GIZ Brasil.
O evento também contará com produtores e famílias reconhecidas internacionalmente pela excelência de suas amêndoas:
- Sarah e Robson Brogni: da Ascurra Chocolates, premiados entre as melhores amêndoas do mundo e bicampeões do Concurso Nacional de Cacau Especial.
- Helton Gutzeit: terceira geração da pioneira família Gutzeit, da Fazenda Panorama.
- Leomar Vieira e Miriam Federicci: medalha de ouro no Cocoa of Excellence Awards.
- Lídia e Gilmar Batista de Souza: medalha de ouro no Cacao of Excellence Awards.
- Osny Ramos: campeão paraense de Cacau Especial 2024 na categoria Blend, sócio-fundador da Caupé Chocolates Artesanais e da Cacau Connect.
Completa o grupo Rosana Pandolfo, sócia e diretora operacional do Viveiro Diva (Linhares-ES), referência em genética e produção de mudas para cacauicultura de alta produtividade e árvores nativas para a composição de SAF’s.Além de Thaís Souza, diretora da Vital Agrofloresta.
A cacauicultura da Transamazônica em números
A Transamazônica consolidou-se como uma das regiões mais dinâmicas da cacauicultura brasileira.
Uruará é hoje o 2º maior produtor de cacau do Brasil
O município possui produção anual superior a 21 mil toneladas de amêndoas de cacau e mantém um ritmo acelerado de expansão produtiva.
Atualmente, novos plantios e áreas renovadas somam entre 8 e 10 mil hectares por ano, refletindo o avanço tecnológico e o fortalecimento da cadeia produtiva regional.
A região também apresenta produtividade média elevada, variando entre 970 kg e 1.000 kg por hectare, números que reforçam o protagonismo da Transamazônica na produção nacional.
Por que a Transamazônica se tornou referência na cacauicultura amazônica
A força da Transamazônica vai além do volume produzido.
A região tornou-se referência nacional pela velocidade com que incorpora novas tecnologias, modelos produtivos e estratégias de manejo.
É aqui que temas como sistemas agroflorestais, fermentação de qualidade, bioeconomia, diversificação produtiva, certificações e manejo de alta produtividade deixam de ser tendência e passam a fazer parte da realidade do campo.
Desde 2019, o Seminário acompanha e impulsiona essa transformação, reunindo produtores, técnicos e instituições para discutir os caminhos da cacauicultura amazônica.
Quem deve participar
O Seminário foi construído para todos os elos da cadeia produtiva do cacau na Amazônia.
- Produtores rurais de cacau e SAFs
- Viveiristas e fornecedores de insumos
- Técnicos agrícolas, agrônomos e extensionistas
- Cooperativas e associações de produtores
- Pesquisadores e instituições de ensino
- Empresas da cadeia do cacau
- Organizações ligadas à bioeconomia e ao desenvolvimento territorial
Se você trabalha com cacau ou deseja construir oportunidades dentro da cadeia da cacauicultura amazônica, esta é a edição do Seminário para não perder.
Informações práticas
📍 Local: Complexo Esportivo da Vila Brasil — Uruará (PA)
📅 Data: 17 de julho de 2026
🎟️ Inscrições gratuitas:
inscreva-se aqui
🤝 Entrada solidária: doação de 1 kg de alimento não perecível
Patrocinadores e parceiros
O Seminário conta com o apoio de instituições, empresas e organizações comprometidas com o fortalecimento da cacauicultura amazônica.
Relembre os melhores momentos do 3º Seminário Manejo de Alta Produtividade do Cacau
FAQ: Perguntas Frequentes
Quando acontece o 4º Seminário de Manejo de Alta Produtividade do Cacau?
O evento será realizado no dia 17 de julho de 2026, em Uruará, no estado do Pará.
Como fazer a inscrição?
As inscrições são gratuitas e realizadas por formulário online. A entrada é solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível.
Quais temas serão abordados?
A programação inclui manejo de alta produtividade do cacau, sistemas agroflorestais, fermentação, qualidade de amêndoas, bioeconomia, crédito rural, certificações, mercado do cacau e tecnologias acessíveis para o campo.
O que é manejo de alta produtividade do cacau?
Manejo de alta produtividade do cacau reúne estratégias técnicas, organizacionais e econômicas voltadas ao aumento sustentável da produtividade e da rentabilidade das propriedades rurais.
O que são sistemas agroflorestais com cacau?
Sistemas agroflorestais com cacau integram o cultivo do Theobroma cacao com espécies florestais, frutíferas e outros cultivos agrícolas, como açaí e cupuaçu, promovendo diversificação de renda, recuperação ambiental e sustentabilidade produtiva.
O que é cacau fino e de aroma?
Cacau fino e de aroma é uma categoria reconhecida por apresentar perfis sensoriais diferenciados, resultado da combinação entre genética, manejo agronômico, fermentação e secagem adequadas.
Quem pode participar do Seminário?
O evento é aberto a produtores rurais, técnicos, pesquisadores, viveiristas, cooperativas, estudantes, empresas e profissionais ligados à cadeia da cacauicultura e aos sistemas agroflorestais.
Como o Seminário se conecta à bioeconomia amazônica?
O Seminário debate modelos produtivos capazes de gerar renda, ampliar produtividade e manter a floresta em pé, conectando a cadeia do cacau às oportunidades da bioeconomia amazônica.
Sobre a Vital Agrofloresta
A Vital Agrofloresta atua no fortalecimento da cacauicultura sustentável e dos sistemas agroflorestais nos biomas Amazônico e Mata Atlântica, com atuação especialmente voltada à Transamazônica paraense e ao norte do Espírito Santo.
Ao longo de sua trajetória, a organização vem conectando produtores rurais, assistência técnica, instituições de pesquisa e agentes da cadeia do cacau para desenvolver modelos produtivos que integrem alta produtividade, viabilidade econômica e regeneração ambiental.
O Seminário de Manejo de Alta Produtividade do Cacau é hoje a principal iniciativa de capacitação técnica e articulação territorial promovida pela organização.


